segunda-feira, 31 de maio de 2010

Além dos sonhos…

Que bom seria!

Sentir seu cheiro no meu...

O que leva uma pessoa sonhar tão alto?
Será a realidade utópica da coisa…
Será a sensação que é imensamente prazerosa…
Será porque alguns segundinhos você sente nas nuvens literalmente…
Será porque é uma das poucas coisas que qualquer pessoa pode fazer… sem custo nenhum…
Será qualquer uma dessas questões acima ou outra não citada aqui…
Mas a realidade da coisa é mesmo surreal… você ultrapassa as barreiras, que até para acabar é difícil…
Acontece algumas vezes… os sonhos se tornarem realidade… mas não viva por isso…
Viva por viver… porque ama tudo a sua volta…
Coisas assim são simples… não tão simples de aceitar…
Não é fácil tomar uma decisão, mas no caminho que se chama “vida”, os atalhos somos nós que escolhemos…
Eu particularmente queria… mas será só meu, o sonho?


Beijos… de uma pessoa fora do eixo…

domingo, 30 de maio de 2010

Elogio ao Amor...

Bom, hoje em minhas andanças pela net encontrei algo que não saiu da minha cabeça! Fiquei pensando, esmiuçando paragrafo por paragrafo... e então resolvi postá-lo no meu cantinho também! No começo eu achei meio melancólico, mas confesso que no mínimo é intrigante, por isso a minha homenagem ao " Elogio ao Amor".





Quero fazer o elogio ao amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível, já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje, as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calcas e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado.
Os amantes tornaram-se sócios. Reunem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível.
O amor tornou-se numa questão pratica. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há. Estou farto de conversas, estou farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "está tudo bem, tudo bem?” Tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananoides, borra-botas, matadores de romantismo, romanticidas. Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo do amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos cante no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraço, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro e uma condição. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar e a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que se quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber.
É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado do que quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

Miguel Esteves Cardoso in Expresso

sábado, 29 de maio de 2010

Me atrevendo a fazer poesia!

Me descobrindo...

Do lugar onde estou,
Posso ver mil borboletas.
Céu azul, flores e perfumes...
Tudo num lindo carrossel.

Humildemente eu sempre, sou.
Às vezes surgem vãs tristezas...
Mas a felicidade é de costume.
Será que por isso sou isabel?




Porque me deram tal nome?
Nunca procurei saber,
Mas sinto que o amor consome
Com toda e qualquer
Dúvida que me aparecer.

Fazer poesias num lugar lindo,
Com tantas crianças sorrindo
É mais que um prazer
Seria obrigação, talvez dever.
Falar de coisas boas,
E deitar na grama de rir à toa.



Aqui cá me adentrei,
E tu não sabes o que encontrei.
Uma menina-mulher,
Com sonhos fantásticos e
Muita imaginação...
Tudo que escrevi foram de sua criação.

Com olhos comuns,
Ela vê além, e muito mais.
Constrói em seus sonhos,
O paraíso, o mar e o cais.



Ela faz sonhos, como escreve...
Espécies de poesias.
Ela sonha, como se estivesse,
Realizando fantasias.
E num imenso lugar
Cria anjos e músicas,
E ensina a dança da vida,
A quem quer aprender...
Basta fechar os olhos e imaginar.

Se você fosse essa menina,
Aprenderia a amar
Para viver sonhando.
Lá onde ela se enamora,
Chove purpurina.
Não há quem não chora
Ao imaginar tal menina,
E o lugar onde (vive) mora...

De amor ela sobrevive,
De sonhos ela faz
O seu céu de estrelas.
Crie sua menina! Saiba amar...
E irás com ela sonhar.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

CANSADA... E SÓ.



Cansada de não valer nada
Cansada dos outros
Cansada de cobranças
Cansada de ganhar pouco
Cansada de trabalhar muito e +
Cansada de não ter colo
Cansada de ficar sem beijar
Cansada de todo tipo de papel
Cansada de pegar ônibus
Cansada da rotina alucinada
Cansada de injustiças, até as alheias
Cansada de mim
Cansada do tudo e do nada
Cansada da loucura descompensada da vida...

rsrs...!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Por que eu sou assim... e ponto.


”Não me julgue... Não me levante a mão... Não tente me imitar. Não sou perfeita, nem tenho pretensão de ser. Tenho em mim quase todas as qualidades do mundo, assim como quase todos os defeitos também, mas quer saber? Sou muito feliz assim.”

Por que eu sou assim e ponto.

”Não me julgue... Não me levante a mão... Não tente me imitar. Não sou perfeita, nem tenho pretensão de ser. Tenho em mim quase todas as qualidades do mundo, assim como quase todos os defeitos também, mas quer saber? Sou muito feliz assim.”